segunda-feira, 7 de junho de 2010

Febre Amarela

Febre Amarela
A febre amarela é uma doença muito perigosa que mata, ela é causada por um Flavivírus o nome deles são Paemgogues Antnimomys e a fêmea do mosquito Aedes Agypti.
O ciclo do mosquito Aedes Aegypti é composto por quatro fases: ovo, larva, pupa e adulto. As larvas se desenvolvem em água parada limpa ou suja. Na fase do acasalamento em que as fêmeas precisam de sangue para garantir o desenvolvimento dos ovos ocorre a transmissão da doença.
O vírus foi motivo de muita deslocação durante anos, porém estudos recentes utilizando novas técnicas de biologia moléculas comprovaram a origem Africana.
A febre amarela apareceu pela primeira vez em Pernambuco, ano de 1685 onde permaneceu durante 10 anos.
O ciclo silvestre foi identificado em 1932 e desde então surtos localizados acontecem nas áreas classificadas como área de risco: (Amazonas, Pará, Roraima, Amapá, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Goiás, Distrito Federal e Maranhão) e de transição (parte dos estados do Piauí, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.)
Febre Amarela
A febre amarela é uma doença muito perigosa que mata, ela é causada por um Flavivírus o nome deles são Paemgogues Antnimomys e a fêmea do mosquito Aedes Agypti.
O ciclo do mosquito Aedes Aegypti é composto por quatro fases: ovo, larva, pupa e adulto. As larvas se desenvolvem em água parada limpa ou suja. Na fase do acasalamento em que as fêmeas precisam de sangue para garantir o desenvolvimento dos ovos ocorre a transmissão da doença.
O vírus foi motivo de muita deslocação durante anos, porém estudos recentes utilizando novas técnicas de biologia moléculas comprovaram a origem Africana.
A febre amarela apareceu pela primeira vez em Pernambuco, ano de 1685 onde permaneceu durante 10 anos.
O ciclo silvestre foi identificado em 1932 e desde então surtos localizados acontecem nas áreas classificadas como área de risco: (Amazonas, Pará, Roraima, Amapá, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Goiás, Distrito Federal e Maranhão) e de transição (parte dos estados do Piauí, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.)